Na estrada há oito anos, a banda passou por várias fases até chegar à maturidade de uma boa banda de rock. Com músicas que relatam histórias e metáforas, a banda tem se destacado na cena underground carioca, conquistando espaços em diversas casas do Rio de Janeiro e São Paulo
Na terceira edição do Rockazine: Do vinil á fitinha, Diego de Moraes e o Sindicato, Móveis Coloniais de Acaju, Aeromoças e Tenistas Russas, PandeMonio, e muito mais...
A pergunta é: Será tudo uma questão de moda, ideologia, qualidade sonora ou estratégia?!
O quarteto de São Carlos, Juliano Parreira (baixo), Gustavo Hoolis (teclados), Eduardo Cordeiro (bateria) e Thiago “Hard” (sax e guitarra), são o que chamamos de ‘nova safra da boa música independente’.
Ainda lembro da minha empolgação, anos atrás, quando ouvi Móveis pela primeira vez. Eu sabia quase nada sobre o grupo, não tinha qualquer informação sobre as músicas, mas fiquei com aquela sensação de ‘quero mais’. Para mim, a apresentação que aconteceu no PMW Rock Festival (TO), em 2008, poderia ter sido repetida na mesma noite. Gostei tanto do que vi que esperar a oportunidade para ir a outro show parecia tempo demais.
No Brasil, o tema do domínio público é escassamente debatido. A única vez, de fato, que vi o tema ser bastante comentado foi no começo de 2008, quando, passados 70 anos da morte de Noel Rosa, sua obra passou ao domínio público – que nada mais é que o fim do período de exclusividade de utilização econômica de uma obra intelectual
Mídia criada por brasileiro diminuiu os custos da produção de discos e permitiu que bandas independentes lancem obras acessíveis no mercado
PandeMonio, por Andre Campos
Videoclipe da canção “Vida Bandida” da banda Alarde
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